Rio -  O diretor da Cooperativa Rio da Prata, Jayme de Souza, afirmou que vai pedir proteção ao Ministério Público para continuar as atividades da empresa, que vem sofrendo com ameaças de milicianos, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. Segundo ele, os acusados pedem R$ 200 por semana para permitir a circulação de vans na região.

Nas linhas trabalham aproximadamente 300 operadores e 150 veículos. Na segunda-feira, um despachante foi agredido por milicianos por não aceitar as cobranças. O caso foi registrado na Delegacia de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco).



"Os motoristas estão acuados e não querem trabalhar e cerca de 30 mil passageiros estão sendo prejudicados por causa da violência que estamos sofrendo. Vamos entrar com uma ação no Ministério Público pedindo apoio dos órgãos competentes para manter a segurança e a manutenção do serviço". disse Jayme.