Roberto Abraham Scaruffi

Thursday, 6 December 2012

Ricardo Gama



Posted: 05 Dec 2012 04:43 PM PST
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Gente novamente não poderei fazer o blog ao vivo hoje a partir das 23 horas.

Abraços,

Ricardo Gama

Posted: 05 Dec 2012 09:15 AM PST
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Que absurdo, o cara chega em sua casa, e vê um "x", pronto, sinal que o Paespalho do Prefeito do Rio vai demolir a sua casa, como assim ? 
  
Extra


A Justiça concedeu liminar impedindo as remoções de moradores do Morro da Providência, na Gamboa, para as obras do Programa Morar Carioca, da Prefeitura do Rio. A juíza Maria Teresa Pontes, da 2ª Vara da Fazenda Pública, determinou a suspensão temporária do projeto até que sejam realizados estudos de impacto ambiental e de impacto de vizinhança, além de audiência pública.

A autora da ação, a Defensoria Pública do Rio, argumentou que os moradores "apenas tinham ciência de que suas residências seriam demolidas quando chegavam à noite do trabalho e se deparavam com a existência de uma marcação em suas portas". Se a decisão for descumprida, a multa será de R$ 50 mil.

O Morar Carioca faz parte do programa de revitalização da Zona Portuária. Com investimentos de R$ 131 milhões, a prefeitura pretende construir um teleférico, um plano inclinado, implantar nova rede de água e esgoto e desenvolver um plano de ocupação urbana.

Posted: 05 Dec 2012 09:12 AM PST
Fotos G1.com

Foto de William Bonfim Nobre Freitas presnovamente


Foto de Vítor Suarez Cunha que foi espancado pelo rapaz acima, e outros.
 

Está provado que esse tal William Bonfim Nobre Freitas não pode ficar solto, deve ser preso imediatamente,CADEIA já nele !!!

O Globo


RIO - Cinco meses após deixar a prisão por ter participado do espancamento de um estudante que tentou defender um mendigo na Ilha do Governador, William Bonfim Nobre Freitas, de 24 anos, voltou a ser detido na madrugada desta quarta-feira. William pilotava uma moto de 600 cilindradas na companhia de um amigo eteria se recusado a parar num bloqueio feito por Policiais Militares do 17º BPM (Ilha), no Jardim Guanabara, Ilha do Governador.

Após furar o bloqueio, William foi perseguido pelos PMs. Ele chegou a pilotar a moto sobre calçadas e na contramão e só parou depois de bater numa das viaturas na Estrada do Galeão, onde também ocorria uma blitz da Lei Seca. Na versão dos PMs, William e Tiago de Castro Prestes, de 21 anos, ainda teriam resistido à prisão. Algemados, foram levados para a 21º DP (Bonsucesso), onde se concentravam os flagrantes desta madrugada. Com os dois, os policiais afirmaram ter encontrado uma pequena quantidade de maconha.

— Há muitos roubos de motos naquela área da Ilha. Decidimos parar a moto porque eram dois jovens, sem capacete, de bermudas e chinelos circulando em plena madrugada. Como eles não pararam, decidimos perseguir e prendê-los — afirmou um PM do 17º que preferiu não se identificar.

William Bonfim era um dos cinco jovens que participou da agressão ao estudante Vítor Suarez Cunha, de 21 anos, em fevereiro deste ano. Vítor teve ossos do rosto fraturados e a testa afundada ao tentar impedir que o grupo agredisse um morador de rua. As agressões contra o estudante, que teve que implantar 63 pinos na sua face, só terminaram após a intervenção de um dos seus amigos.

O Ministério Público denunciou o grupo à Justiça (3ª Vara Criminal), por tentativa de homicídio. O MP pediu também à Justiça que a prisão temporária dos acusados fossem convertida em prisão preventiva. Em julho, William foi solto depois que o juiz Murilo Kieling, da 3ª Vara Criminal da Capital, decidiu que eles não seriam levados a júri popular, e converteu a prisão preventiva de quatro deles em medidas alternativas.

Os pais de William foram às 21ª DP, mas não falaram com os jornalistas. A advogada do rapaz, identificada apenas como Rogéria, informou falará ainda hoje sobre o caso. Até às 6h desta manhã, a delegacia ainda não tinha concluído o registro de ocorrência.



Posted: 05 Dec 2012 09:04 AM PST
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Foto Elevado do Joá, sem exageros, mas ele se encontra em péssima situação.

  
A situação do Elevado do Joá é gravíssimo, mas grave mesmoleiam o relatório abaixo, parte final, e cuidado,inclusive, eu postei sobre isso aqui ontem no blog, clique aqui e leia.

E o Prefeito Eduardo Paes que, parece, que está ignorando esse relatório, e aí ? 
  
O Globo



A prefeitura contratou a Coppe para fazer um diagnóstico completo sobre a situação estrutural do Elevado do Joá. O trabalho gerou uma série de relatórios que já serviram de base para a recuperação estrutural de pilares da via. 

Posted: 05 Dec 2012 08:53 AM PST
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Barbaridade !!!

Bandido e corrupção para tudo que é lado, sem mais.
  
Capa do jornal Extra

  Jornal O Dia


Rio -  Um "mensalão da cadeia" pode ter derrubado o diretor e mais dois auxiliares do Presídio Lemos de Brito (Bangu 6). O diretor Ronaldo Verdiano é acusado de receber R$ 5 mil por mês para dar regalias ao preso Roberto Silva Teixeira, o Betão, ex-assessor parlamentar preso pela participação na morte de Renato do Posto, político de Guapimirim, em 2009.

O subdiretor da unidade, um sargento PM identificado como Souza, é suspeito de cobrar R$ 3 mil de propina e o chefe da segurança da unidade, identificado como Amauri, R$ 2 mil.

Denúncia de preso

O esquema foi denunciado por Betão, que teria perdido o direito a celulares, computador e outros "mimos" quando uma outra autoridade, hierarquicamente acima de Verdiano, teria cobrado R$ 10 mil de propina para manter os favores. Betão teria tentado negociar o novo "mensalão" para R$ 8 mil, mas a oferta não teria sido aceita.

A denúncia, à qual O DIA  teve acesso, relata que por não pagar a cobrança adicional, Betão teria sido maltratado em Bangu 6, com surras, alimentação irregular e isolamento sem motivo.

Com o auxílio de familiares e representantes de entidades de Direitos Humanos, Betão conseguiu ser transferido para Bangu 1, de onde acionou a Corregedoria da Secretaria de Administração Penintenciária (Seap).

Bangu 6 está sob intervenção da Seap, que admitiu, em nota, que Ronaldo Verdiano foi exonerado do cargo depois de denúncias e que há uma sindicância interna apurando os fatos. Advogados da família de Renato do Posto acompanham o caso.


Posted: 05 Dec 2012 08:46 AM PST
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Esses PM's foram longe demais, nem vou vomentar
 
Extra


A determinação da Justiça que impede que novos detentos sejam encaminhados para o Batalhão Especial Prisional da Polícia Militar (BEP) começou a ser cumprida, ontem. Os 63 PMs presos na Operação Purificação foram encaminhados para o presídio Bangu 8. No entanto, nenhum eletrodoméstico deixou o local. O prazo para a adequação termina hoje.

 

Durante todo o dia de ontem, o portão da unidade abriu poucas vezes e, sempre, para permitir a entrada ou saída de policiais lotados no batalhão. A dúvida quanto ao futuro da unidade, entretanto, não precisa dos portões para ultrapassar os muros em Benfica.

Segundo a Polícia Militar, o cumprimento dos mandados foi iniciado ontem. Apesar do prazo para conclusão, a PM não informou quando todas as adequações serão feitas. Além da retirada dos eletrodomésticos, o comando do BEP precisará remover as divisórias de madeira instaladas nas celas.
A Vara de Execuções Penais (VEP) tem feito vistorias diárias no batalhão para que a medida seja cumprida. O despacho do juiz Carlos Eduardo Figueiredo, da VEP, deixou claro o posicionamento da Justiça. Pediu a "imediata interdição, para a realização de obras para adequação". Tais obras também precisariam ser imediatas.

Durante vistoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), foram flagrados itens e adequações que descaracterizam o prédio. Além de divisórias de madeira, móveis e eletrodomésticos, como televisores e até fornos micro-ondas, estavam nas celas.

Na segunda-feira, o Batalhão de Operações Especiais (Bope) foi acionado para conter uma manifestação de ex-PMs presos contrários à transferência deles para unidades comuns. Hoje, a unidade tem 325 presos, sendo que 41 são ex-PMs mantidos por liminar da Justiça.
A Polícia Militar informou que o projeto básico de uma nova prisão está pronto, será licitado, e o prédio ficará pronto em 2013, no Complexo de Gericinó. As farras no BEP são comuns. Em outubro do ano passado, por exemplo, chegou por lá uma carga de 2,6 mil latas de cerveja para uma festa dos presos.
Posted: 05 Dec 2012 08:36 AM PST
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Barbaridade !!! O que é isso ?
 
Dê PAUSE, e assista o vídeo da TV Record


Site R7



Quando policiais de outras unidades faziam operações de repressão ao tráfico nas 13 favelas onde traficantes mantinham acordo com PMs do Batalhão de Duque de Caxias (Baixada Fluminense), conforme revelado na operação Purificação nesta terça-feira (4), os agentes corruptos recomendavam que os criminosos fortemente armados atirassem contra os colegas que não faziam parte do esquema de recebimento de propina. A informação foi confirmada pelo delegado Fábio Galvão, subsecretário de Inteligência.

— Em uma das conversas, um traficante diz a um policial que a comunidade está sendo alvo de operação. O policial então diz que a operação não é deles e que, caso seja necessário, os criminosos podem atirar contra os policiais.


 

Até a noite de terça, 63 PMs haviam sido presos - 61 por ordem da Justiça e outros dois em flagrante. As investigações da Subsecretaria de Inteligência, Polícia Militar, Polícia Federal e Ministério Público revelaram que um sargento da PM era o homem mais temido no esquema, tanto por traficantes quanto por policiais. Quando não havia dinheiro para pagar a propina diária aos policiais, os PMs diziam aos traficantes que o "dinheiro do Lopes" não poderia faltar. Nas conversas entre os próprios policiais, era comum mencionarem que o dinheiro do Lopes já havia sido recebido.

André Antônio Lopes chegou a ser candidato a vereador pelo município de Magé, vizinho a Duque de Caxias, mas teve a candidatura vetada. Segundo promotores, Lopes participou de mais de 40 autos de resistência, quando suspeitos são mortos em confronto com policiais. 

Sequestros por propinas

Para receber diárias de traficantes em troca da não repressão do comércio ilegal em 13 favelas de Duque de Caxias, um grupo formado por 65 policiais militares do Batalhão de Duque de Caxias (15º BPM) sequestrava traficantes e seus parentes como forma de pressionar os criminosos a fazer os pagamentos em dia.
De acordo com as investigaçõess, um grupo de policiais chegou a pedir R$ 200 mil de resgate pela libertação de um traficante. A negociação foi caindo e chegou ao valor de R$ 3.000. Os policiais rejeitaram a oferta e apresentaram o criminoso a uma delegacia da região.
Além de traficantes e familiares, os policiais também sequestravam veículos. Eles apreendiam os carros dos criminosos e cobravam valores para devolver os veículos. Um traficante considerado foragido da Justiça também sofreu extorsão para não ser preso.
A ganância dos policiais era tão grande que oito deles chegaram a ser transferidos para outros batalhões e, mesmo assim, tentavam extorquir dinheiro de traficantes de Duque de Caxias, como explica o promotor Décio Alonso, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado).
— Eles tentavam tomar dinheiro dos traficantes mesmo não trabalhando mais na região. Quando os traficantes descobriam, paravam de pagar.
Kit apreensão
Durante as investigações, a polícia descobriu que um dos PMs investigados vendeu um fuzil por R$ 45 mil a um traficante. Como precisavam cumprir as metas estabelecidas pela Secretaria de Segurança Pública de prisões e apreensões, era comum os PMs não cumprirem o acordo com os traficantes.
Também era comum os policiais forjarem uma espécie de “kit apreensão”, com armas e drogas fornecidas pelos traficantes como se tivessem sido realmente apreendidas durante as operações.
Em uma das escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, um traficante liga para um PM e diz que vai deixar a escopeta calibre 12 dentro da geladeira de um bar em uma favela. Pouco depois, o PM retorna a ligação e diz que deixou R$ 300 para o traficante, como pagamento pelo favor. Na gravação, o traficante fala: “vou deixar uma arma aí para você apresentar”.
Em outra gravação, um PM fala para um traficante: “se ficar bom para vocês, vai ficar bom para a gente também”, em uma insinuação de que o acordo para não reprimir o tráfico seria lucrativo para policiais e traficantes.





Posted: 05 Dec 2012 08:31 AM PST
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Esse Rio está virando uma ZONA, o povo, agora, começa a reagir, vejam a matéria abaixo, o povo começa se armar contra as arbitrariedades desses FDP dos políticos.

Parabéns pela iniciativa, e continuem com a luta. 
 
Site R7

 

Para impedir a demolição da escola que fica dentro do complexo do Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro, por conta das obras da Copa do Mundo, pais de alunos e professores instalaram câmeras de segurança no local para acompanhar a movimentação.

De acordo com funcionários, não houve comunicado oficial e todos ficaram sabendo da destruição do prédio através da imprensa.  A escola foi classificada como a 4ª melhor da cidade pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.

O período de matrículas já terminou e, mesmo com o documento em dia, os responsáveis não sabem se os estudantes terão uma vaga garantida no próximo ano. Para evitar a demolição, uma câmera foi instalada na porta da colégio. Caso haja qualquer movimentação, cerca de 900 pessoas receberão o alerta para ir ao local.

A população também é contra a mudança. No ultimo sábado (1º), integrantes de movimentos sociais e indígenas, membros do comitê popular da Copa e Olimpíada, se juntaram aos pais dos alunos para uma caminhada. A manifestação era para cobrar a realização de um plebiscito no Estado para que a população possa opinar sobre o futuro do Maracanã e das estruturas que funcionam no local.

Assista ao vídeo:



Posted: 05 Dec 2012 08:25 AM PST
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Cara, isso é um desrespeito  com o povo, quando quebram a PORRA toda, chamam de vândalos.

Cuidado autoridades do Rio de Janeiro, um dia o povo ainda vai ACORDAR, aí sai de baixo.

ACORDA POVO !!! ACORDA RIO !!!
  
O Dia


Rio -  Madrugada de terça-feira ao relento, com sentimento de expectativa e insegurança na fila formada por pacientes na porta do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), na Zona Portuária do Rio, em busca de senhas para atendimento médico na unidade no primeiro semestre de 2013.

 Às 4h30, cerca de 120 pessoas aguardavam. Muitos estavam há mais de 24 horas na fila e dormiam em papelões improvisados, no chão ou em cadeiras de praia. Na segunda-feira houve tumulto e a fila chegou a drobrar o quarteirão do prédio. Segundo o Into, não haverá mais distribuição presencial de senhas.
Parte dos pacientes preferiu insistir e enfrentar a madrugada na fila, após tentar ligar sem sucesso para o telefone 2134-5000 disponibilizado pelo Into para a retirada de senhas. A maioria já havia estado na fila desde o início da madrugada de segunda-feira. Segundo eles, a informação de seguranças era de que não seriam distribuídas senhas e o agendamento seria feito apenas por telefone. A maioria foi embora, mas com a pressão dos que ficaram e a presença de joranlisachegada da imprensa, as senhas acabaram sendo liberadas.

"Não pode ser em vão o sacrifício da gente. Eles vão ter que dar senha de qualquer jeito pra gente. Senão vamos fazer barulho aqui", ameaçou a costureira Célia Marques, de 53 anos, uma das pessoas que estavam na fila desde a madrugada de segunda-feira.

'Telefone não funciona'

Moradora de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, Célia foi obrigada a deixar as filhas gêmeas de nove anos sozinhas em casa na véspera para tentar conseguir senha de atendimento para uma delas. A menina tem paralisia cerebral e sobre de alongamento do tendão, em decorrência de ter ficado três anos aguardando atendimento no Into. Ela já foi operada e faz fisioterapia no instituto, mas tem que passar por avaliação de seis em seis meses.


 

Aos 62 anos, a aposentada Maria Firmiano Silva, de 62 anos, foi obrigada a pegar um táxi em Laranjeiras, na Zona Sul, ainda de madrugada, para tentar garantir uma senha. "Vim tentar. Acho uma situação horrível. A gente ainda corre o risco de assalto andando de madrugada pela rua. Mesmo vindo de táxi é arriscado", reclamou.

á tendo sido submetida a duas cirurgias no quadro e uma no joelho, Maria Firmiano tentava uma senha para sua revisão anual, feita sempre no mês de novembro, segundo a aposentada. No entanto, ela contou que esteve duas vezes no balcão de atendimento do Into no mesmo mês, mas foi orientada por funcionários a retornar em dezembro. "Não adianta o telefone. Já tentei várias vezes esses dias e nada. Uma mensagem diz que não é possível completar a ligação", reclamou. 

Com a senha na mão, conseguida na tarde de segunda-feira, quando o órgão liberou 400 senhas após tumulto, protesto e indignação de pacientes, o rodoviário Oswaldo de Souza Sodré Filho, de 53 anos, tinha a esperança de após três anos conseguir agendar atendimento para o primeiro semestre de 2013. "Ter a senha não é certeza de conseguir o agendamento. Já passei por essa situação. você consegue senha na triagem, mas não consegue a consulta", revelou.

Com desvio na coluna cervical, Oswaldo contou que tem um gasto mensal de cerca de R$ 650 na compra de remédios, infiltrações e sessões particulares de acupuntura, esta última a R$ 100 cada sessão, que variam de quatro a até oito por mês. Tudo para suportar as dores pelo desgaste da coluna cervical. "Se não tomar essas medidas é muleta. Sem ela e o tratamento não consigo me manter em pé", contou o morador de São Gonçalo, na Região Metropolitana.





Posted: 05 Dec 2012 06:32 AM PST
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Sempre a Policia Federal, mais uma vez parabéns.

por outro lado, muito triste vermos policiais militares sendo presos, mas se cometeram crimes, é cadeia.
 
Capa do jornal Extra

 O Globo



RIO — O comando da Polícia Militar anunciou, nesta terça-feira, o afastamento do comandante do 15º BPM (Duque de Caxias), tenente-coronel Claudio de Lucas Lima. Em seu lugar, assume o tenente-coronel Maurício Faria da Silva. A decisão foi tomada após a prisão de 63 policiais militares acusados de envolvimento com o tráfico de drogas, principalmente na Baixada Fluminense. Além dos policiais, 11 traficantes também foram detidos. A força-tarefa envolve agentes da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Secretaria de Estado de Segurança, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público estadual, da Coordenadoria de Inteligência da Polícia Militar e da Polícia Federal, que cumprem 83 mandados de prisão, sendo 65 contra PMs, de nove batalhões, e 18 contra traficantes.

Dos 63 PMs presos, 61 tinham os mandados de prisão. Outros dois militares que não estavam na lista foram presos em flagrante. Um deles estava no pátio do 15º BPM (Duque de Caxias) portando uma pistola com numeração raspada, enquanto outro policial foi preso em casa, onde guardava munição de fuzil. A polícia encontrou o material ao cumprir um mandado de busca e apreensão.


 

Em entrevista coletiva, o comandante geral da Polícia Militar, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, afirmou que a corporação não vai mais tolerar desvios de conduta:

— Nós não vamos mais aceitar policial corrupto na nossa corporação. Todos serão expulsos.

Já o secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, ressaltou a parceria entre as polícias e a Justiça na Operação Purificação:

— Nós não temos como resolver o problema da segurança pública sem parceria entre as polícias e a Justiça. A PM participando dessa operação demonstra que não compactua com essas atitudes.

Para a TV Globo, o secretário afirmou que que pretende expulsar os policiais presos:

— Não adianta simplesmente prender as pessoas, temos que expulsá-las. Eu não tenho nenhuma outra expectativa senão colocar essas pessoas na rua — afirmou ao telejornal RJTV.

Acusados de envolvimento com a principal facção criminosa do Rio, os suspeitos foram denunciados pelo MP pelos crimes de formação de quadrilha armada, tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção ativa, corrupção passiva e extorsão mediante sequestro. Um dos presos nesta terça-feira foi encontrado em um condomínio na Lapa, região central do Rio.

Segundo a polícia, as investigações, que começaram há um ano na Favela Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, revelaram que os policiais — na época lotados no 15º BPM (Duque de Caxias) — recebiam propina para não coibir atividades criminosas em 13 favelas do município. Além da Vai Quem Quer, o grupo agia nas comunidades Beira-Mar; Santuário; Santa Clara; Centenário; Parada Angélica; Jardim Gramacho; Jardim Primavera; Corte Oito; Vila Real; Vila Operário; Parque das Missões e Complexo da Mangueirinha. Pela manhã, os agentes estiveram nas favelas Vai Quem Quer e Beira-Mar, também em Duque de Caxias.

Durante as investigações, os agentes descobriram que os PMs, além de cobrar propina, sequestravam bandidos e seus parentes, apreendiam veículos do tráfico exigindo dinheiro para devolução, negociavam armas e realizavam operações oficiais quando o pagamento da propina atrasava. De acordo com o MP, os policiais militares não tinham um comando único e dividiam-se em 11 células autônomas.

Valor da propina varia de acordo com lucro do tráfico

O Ministério Público afirmou que quem dá ordens e define o valor a ser pago ao policiais é um dos chefes da facção criminosa em Caxias. Carlos Braz Vitor da Silva, o Paizão ou Fiote, está preso na Penitenciária Vicente Piragibe, no Complexo de Bangu, mas, mesmo assim, mantém frequentes contatos telefônicos com seus subordinados, recebendo informações detalhadas sobre a rotina do tráfico nas favelas. A denúncia relata ainda que um dos seus homens de confiança é o intermediário entre a quadrilha e os policiais militares da região. Ele realiza o pagamento das propinas e também da negociação do resgate de homens do bando sequestrados por policiais, assim como a liberação dos carros apreendidos ilegalmente.

A quadrilha age em conjunto com traficantes do Complexo do Lins, Parque União e Favela Nova Holanda, que também estão sendo alvo da Operação Purificação. O grupo ainda estendeu seus domínios para fora do estado, mantendo relações com traficantes do Mato Grosso do Sul, de onde vem parte das drogas vendidas nas favelas de Caxias. Advogados também estão envolvidos. Segundo o RJTV, as investigações apontam que o valor da propina variava de R$ 1,5 mil a R$ 2,5 mil por semana, de acordo com a capacidade de venda de drogas pelos bandidos.

O MP constatou que os policiais militares conheciam bem os bandidos. Foragido da Justiça, um criminoso que atuava no abastecimento das bocas de fumo da comunidade Vai Quem Quer era alvo constante de extorsões dos PMs, que exigiam pagamento de valores em dinheiro para a manutenção da sua liberdade. Foi descoberto ainda que, na tentativa de ocultar os seus nomes, os policiais militares criaram apelidos coletivos para as equipes. Para facilitar a comunicação traficantes e PMs também montaram um “dicionário próprio”: para definir o acordo de não interferência nas atividades ilícitas, era usada a palavra “sintonia”; “barcas”, para falar das Patamos; “guerra”, como referência à repressão ao tráfico de drogas; “pequenos”, para falar das viaturas da marca Logan, entre outros.

Os policiais militares também demonstravam ousadia na hora de negociar armas. Segundo investigações, em junho deste ano, um PM escondeu dentro de uma geladeira de um barraco uma carabina calibre 12, para ser pega por um traficante. Além disso, deixou R$ 300 dentro do congelador como parte de um pagamento. Os policiais também usavam as dependências de Destacamento de Policiamento Ostensivo para cometer crimes.

Numa das escutas telefônicas captadas durante a investigação, um dos denunciados, o sargento da PM Wagner Teixeira Gonçalves aparece exigindo dinheiro de traficantes da comunidade Corte Oito. Ele pergunta a hora que ele poderia passar para pegar o "arrêgo", e recebe como resposta que outros policiais já receberam. O traficante fala que é melhor eles dividirem o dinheiro, mas o policiais ameaça:

"Mas você não sabe que a nossa são duas, que tu já não manda quinhentos (R$ 500) para cada?"

Os dois discutem e, após explicar ao traficante como funciona o plantão dos policiais, ele pede para falar com um outro traficante e diz que se o dinheiro não for entregue “acabou o amor”.

Os policiais cumprem ainda 112 mandados de busca e apreensão — expedidos pela Juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias — na casa dos denunciados e em batalhões da PM. O MP também requereu à Justiça o bloqueio integral do dinheiro nas contas correntes de dois denunciados. Os PMs presos estão sendo levados ao Quartel General da Polícia Militar, no Centro, porque, pela primeira vez, os exames de corpo de delito estão sendo realizados no local. De lá, eles serão levados para o presídio de Bangu 8 e podem ser expulsos em 30 dias.

O advogado criminalista Marcos Espínola deve entrar com pedido de habeas corpus para nove dos PMs presos nesta terça-feira. De acordo com assessoria, a defesa estaria apenar aguardando ter acesso a todas as acusações que envolvem os militares. De acorco com Espínola, está havendo excessos na ação, “ferindo o princípio da inocência garantido pela Constituição”, diz em nota.

Histórico da banda podre da PM

A ação da banda podre da Polícia Militar no batalhão de Caxias acontece, pelo menos, desde 2005, quando oito PMs foram presos acusados de terem assassinado dois homens e jogado a cabeça de um deles no pátio do unidade. A investigação mostrou que o crime foi para desafiar o então comandante do batalhão, o coronel Paulo César Lopes, que tinha detido pouco antes 60 policiais militares por desvio de conduta. Além disso, o oficial flagrou, havia duas semanas, dois PMs de sua unidade, depenando um caminhão roubado. Naquele ano, o coronel prendeu 177 policiais do 15º BPM.

Dois dias após o episódio da cabeça, policiais militares da mesma unidade saíram pelas ruas da Baixada matando a esmo. Eles fizeram 29 vítimas, na maior chacina do estado. Onze PMs foram denunciados. Ainda assim dois anos depois a Polícia Civil descobriu que PMs do 15º BPM recebiam propina para não reprimir o tráfico. Na época, foram presos 73 policiais. Em novembro daquele ano, dois meses após a prisão, a Justiça mandou soltar parte dos acusados alegando que a denúncia do Ministério Público não explicava a participação individual de cada um dos PMs. O grupo deixou o Batalhão Especial Prisional (BEP) soltando fogos, o que na época irritou o governador Sérgio Cabral. A comemoração acabou levando o grupo de volta à cadeia, mas por pouco tempo. Todos acabaram absolvidos por falta de provas.



Posted: 05 Dec 2012 06:09 AM PST
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Vídeo comentário, dê PAUSE na rádio e assista o video.


  
Barbaridade !!! Uma GUERRA SEM FIM !!!

Policiais Militares sendo mortos e feridos no Complexo do Alemão por traficantes, o pior, semana passada, 30-11-2012 o jornal O Dia mostrou uma matéria onde os policiais acuados por bandidos pediam SOCORRO no Alemão a imprensa, conforme matéria abaixo (clique aqui e leia). 


Uma tragédia anunciada, e o que o Governo Sérgio Cabral fez para evitar no dito "pacificado" Complexo do Alemão ?

Triste, muito triste, que esse bravo policial se recupere o mais rápido possível. 

Em tempo, "pacificação" onde ?

Em tempo 2, o PM levado para o Hospital Getúlio Vargas ao lado do Complexo do Alemão não havia médico, e aí ? 
  
O Globo



RIO - A Polícia Militar reforçou o patrulhamento no Complexo do Alemão depois que o cabo da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Complexo do Alemão Fábio Barbosa, de 26 anos, foi baleado na cabeça e em um dos pés no início da madrugada desta quarta-feira. Segundo policiais, Fábio fazia o patrulhamento na localidade de Areal, na Fazendinha, na companhia de outros seis PMs, quando foi surpreendido por bandidos armados, que atiraram contra o grupo.

Fábio foi levado em estado grave para a UPA do Alemão, depois transferido para o Hospital Getúlio Vargas.Como não havia neurocirurgião de plantão, o PM foi levado para o Hospital Central da Polícia Militar.

Na semana passada, o clima de insegurança voltou a assustar moradores dos complexos da Penha e do Alemão. Somente na tarde do dia 28 de novembro, ocorreram três confrontos entre policiais e bandidos, além de boatos de ataques às sedes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Lojas chegaram a ser fechadas, supostamente por ordem do tráfico, e ruas ficaram vazias na região. A ocupação do Alemão por forças de segurança completou dois anos no mesmo dia. 

A situação na região começou a ficar tensa um dia antes, na tarde de terça, quando a abordagem de dois suspeitos por PMs terminou com um suspeito morto e um policial ferido. Logo em seguida, o serviço de inteligência das UPPs fez um alerta sobre possíveis atentados em represália à morte do suspeito. 

Na ocasião, apesar de moradores e até alguns policiais terem confirmado os ataques, onde ninguém foi ferido, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), em nota, negou ter havido algum atentado contra os PMs.
Apesar de os complexos do Alemão e da Penha estarem ocupados há dois anos, o processo de pacificação da região só foi concluído em agosto passado, com a inauguração de sua oitava UPP.
 
Pacificação enfrenta resistência
Casos de violência em comunidades com Unidades de Política Pacificadora (UPP) têm ocorrido com certa frequência. Em julho, a policial militar Fabiana Aparecida de Souza, de 30 anos, foi morta por um tiro de fuzil durante um ataque de 12 traficantes à sede da UPP na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão. No dia 16 do mesmo mês, uma troca de tiros entre bandidos e policiais da UPP da Fazendinha assustou moradores duas vezes em menos de 24 horas. Os conflitos aconteceram poucos dias depois da saída do Exército e a implantação de quatro UPPs do Alemão.
No Centro, em junho, uma menina de 10 anos foi baleada quando policiais da UPP Coroa/Fallet/Fogueteiro tentavam cumprir um mandado de prisão contra um traficante foragido da Justiça. Dois meses depois, outro PM foi morto numa área considerada pacificada. O sargento Paulo Cesar de Lima Junior, do Batalhão de Choque (BPChq), morreu após ser baleado num confronto com bandidos traficantes do Morro da Coroa, no Catumbi. Junior tinha sido deslocado para a favela para reforçar o policiamento na comunidade, depois que dois policiais da UPP da Coroa foram baleados numa troca de tiros com criminosos. Também em setembro, outro PM foi morto, desta vez na Rocinha. Diego Bruno Barbosa Henriques, que trabalhava na UPP da Rocinha foi baleado por um rapaz de apenas 18 anos que teria envolvimento com o tráfico. O mês de setembro registrou mais violência em área de UPP. Um comerciante e um amigo dele foram mortos no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, por ordem de traficantes. Este mês, novamente na Rocinha, um homem de 41 anos foi morto, na localidade da Roupa Suja.
Posted: 05 Dec 2012 04:16 PM PST
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Justiça sendo feita.

Mas e o caso em que se apura (ou apurava) a responsabilidade do TJ-RJ de ter retirado a escolta da juíza Patrícia Acioli ? Abafaram ?
  
O Globo


RIO — Primeiro dos 11 acusados do assassinato da juíza Patrícia Acioli a ser julgado, o cabo da Polícia Militar Sérgio Costa Junior foi condenado nesta terça-feira a 21 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado (motivo torpe, mediante emboscada e para ocultar crimes anteriores) e formação de quadrilha. O PM foi condenado inicialmente a um total de 36 anos, mas acabou beneficiado pela delação premiada, conseguindo reduzir a pena. A magistrada foi executada com 21 tiros na porta de sua residência, em Piratininga, Niterói, no dia 11 de agosto de 2011.

Na sentença o juiz Peterson Barroso Simão, da 3ª Vara Criminal de Niterói, considerou o crime de “extrema ousadia” e de “muita gravidade”. Réu confesso, o cabo assumiu ter atirado 15 vezes na direção da juíza. A defesa buscava uma redução maior.

— As declarações dele contribuíram para as descobertas do crime [...] todavia a redução da pena será fixada no valor mínimo — afirmou o juiz, durante a leitura da sentença sobre a delação premiada.


A Justiça ainda não tem data para os julgamentos dos dois principais acusados do crime: o tenente-coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, que comandava o 7º BPM (São Gonçalo) na época do assassinato e teria sido o mandante do assassinato da juíza; e o tenente Daniel dos Santos Benitez, que chefiava diretamente o grupo de PMs acusados do crime.
Irmã quer mais condenações
A irmã da juíza, Simone Acioli, que assistiu a todo o julgamento, disse ter ficado satisfeita com a sentença e a decisão do júri, mas ainda espera a condenação de todos.
— Estou satisfeita com a sentença do cabo, mas a sensação de Justiça só virá após a condenação de todos os réus — afirmou Simone.
O julgamento começou na manhã desta terça-feira depois do sorteio do corpo de jurados, formado por duas mulheres e cinco homens. Foram ouvidas quatro testemunhas, sendo duas de acusação e duas de defesa. Em seguida, foi realizado o interrogatório do réu. O depoimento mais aguardado e impactante foi da advogada Ana Claudia Abreu Lourenço que, à época dos fatos, era advogada de Sammy Quintanilha, um dos acusados.

Durante seu relato ela complicou ainda mais a situação do tenente-coronel, que ainda será levado a julgamento. Ana Claudia revelou que, quando se designava um novo comandante para o 7º BPM, era de praxe ele se apresentar à juíza do Tribunal do Júri de São Gonçalo, mas Cláudio Oliveira não o fez.

— Ela (a juiza Patrícia Acioli) me contou que isso lhe causava estranheza. Ela achava que Cláudio estava em São Gonçalo para intimidá-la, tirá-la da 4ª Vara Criminal ou para matá-la — afirmou a advogada.

Segundo o cabo contou, no dia do crime, o tenente Benitez, dirigindo a moto, e ele, na garupa, seguiram a magistrada e quando constataram que ela estava indo para casa a ultrapassaram, parando a cerca de 50 metros do portão. Eles desceram e ficaram esperando a juíza perto da entrada de sua casa. Ele disse que disparou cerca de 15 tiros porque não tinha visão do interior do carro devido aos vidros escuros