Posted: 23 Mar 2011 05:22 AM PDT
Fonte: Terra Brasil
O
Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos indicou nesta
terça-feira que entre 50 e 100 pessoas estão desaparecidas no Bahrein
desde a semana passada em consequência da repressão aos protestos no
país.
“A situação no Bahrein é muito preocupante, com um número crescente de vítimas e entre 50 e 100 pessoas desaparecidas na última semana”, disse o porta-voz Rupert Colville.
O porta-voz também assinalou que têm informações de várias detenções de pessoas pelo simples fato de ter falado com os meios de comunicação.
“Entre os detidos há ativistas políticos, defensores dos direitos humanos, jornalistas, assim como médicos e enfermeiras do hospital de Salmaniya”, afirmou Colville.
Segundo ele, muitas dessas pessoas tentavam se comunicar com o exterior sobre o que ocorre no Bahrein, inclusive os que contataram o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), tiveram as comunicações cortadas e, em alguns casos, parentes e amigos tiveram os telefones grampeados.
O porta-voz assinalou que “tudo isso dificulta muito saber o que exatamente acontece no país, especialmente no interior, fora da capital, Manama, habitados em sua maioria por xiitas”.
O
Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos indicou nesta
terça-feira que entre 50 e 100 pessoas estão desaparecidas no Bahrein
desde a semana passada em consequência da repressão aos protestos no
país.“A situação no Bahrein é muito preocupante, com um número crescente de vítimas e entre 50 e 100 pessoas desaparecidas na última semana”, disse o porta-voz Rupert Colville.
O porta-voz também assinalou que têm informações de várias detenções de pessoas pelo simples fato de ter falado com os meios de comunicação.
“Entre os detidos há ativistas políticos, defensores dos direitos humanos, jornalistas, assim como médicos e enfermeiras do hospital de Salmaniya”, afirmou Colville.
Segundo ele, muitas dessas pessoas tentavam se comunicar com o exterior sobre o que ocorre no Bahrein, inclusive os que contataram o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), tiveram as comunicações cortadas e, em alguns casos, parentes e amigos tiveram os telefones grampeados.
O porta-voz assinalou que “tudo isso dificulta muito saber o que exatamente acontece no país, especialmente no interior, fora da capital, Manama, habitados em sua maioria por xiitas”.